Day-by-day

baby

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Há dias importantes...

...e este mês está cheio deles. Depois de muita confusão, de um lado para outro com a casa às costas (desde o dia 1 de Abril), estamos finalmente na casa nova. Aproveitamos este fim-de-semana prolongado para mudarmos de vez, só assim vamos conseguir pôr tudo no sitio (ou deixar dentro das caixas, tb é uma hipótese). Assim, é digno de ficar registado mais um dia importante: 25 de Abril de 2008 - A entrada na casa nova!
É claro que no próprio de dia de mudança não parámos em casa, eh eh. Aproveitamos ao máximo o facto de vivermos pertinho do mar e estar um dia de verão, para apanhar sol, caminhar, estar com os amigos...chegamos mesmo a jogar basket e ping-pong e acabamos a jantar fora e a comer um gelado no final da noite. Pode-se dizer que (com tanta coisa para arrumar em casa) estivemos a gozar o dia ao ar livre.

O nosso João também quis dar um ar da sua graça e premiou o pai Pê com um miminho (= pontapé) suficientemente forte para ele sentir. A partir de agora de certeza que vais conseguir senti-lo muitas vezes Pê, mas fica registado que a 28-04-2008 o teu filhote disse-te um olá pela primeira vez.

Para acabar em beleza o mês, hoje é outro dia importante. Tão importante que se não tivesse acontecido não havia João, não havia blog, não havia "Feito a dois". Sim, foi o dia em que começamos esta caminhada a dois, com tanta dedicação... que agora até já somos três. Passem os anos que passarem, vou sempre relembrar este dia com um sorriso e com muito carinho. É impossível esquecer um inicio a dois tão atribulado... tão atribulado que só se "consumou" na madrugada do dia 1 de Maio. Marcaram-me as palavras do Pê: "Beijei, agora vamos ter que casar!". E assim foi. Casar, casar não é bem o termo, mas construímos uma vida a dois, e que já deu frutos. Que continue assim (mas com mais fruta), por muito tempo!

sábado, 26 de abril de 2008

As primeiras compras para o João



Desde que soubemos que era um menino já só tinha vontade de começar a fazer o enxoval do João. Comecei pelo mais básico e essencial: roupinha para o primeiro mês de vida (0-1 mes), tendo em conta sempre que teriam que ser peças fáceis de vestir e não muito quentes porque vai nascer em pleno verão. Como no primeiro mês ele nem sai de casa, achei que não valia a pena comprar roupa à rapazinho, fiquei mesmo pelos babygrows. Deixo uma pequena amostra, para poderem dar uma espreitadela (não vale oferecer repetido!)

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Maldita glicose...

As análises que acompanharam a ecografia das 22 semanas foram bem diferentes das anteriores. Desta vez foi necessário fazer o teste de rastreio para a diabetes, que se resume em analisar o sangue em jejum, depois beber um cocktail de açúcar (50gr), aguardar uma hora e voltar a tirar sangue. Até parece simples, à excepção do cocktail que é terrível para beber e para aguentar no estômago, mas lá aguentei.
Resultado das análises: tudo na batata excepto o valor da glicose que em jejum era 78 e depois do teste foi para os 150. Ora, na passada sexta-feira quando a médica viu os resultados entrou em pânico, disse que eu tinha que fazer urgentemente a curva glicémica para ter a certeza se estavamos perante uma diabetes gestacional. A curva glicémica é semelhante ao teste anterior, com o pequeno acréscimo que o cocktail é de 100gr e que é necessário medir os níveis de glicose de hora a hora, durante 3 horas, ou seja, mais açúcar e mais 4 buracos. Assim que saí da consulta fui para o andar de baixo fazer a prova. Se a primeira custou esta então...não aguentei mesmo. Ao fim de 50 min já me estava a livrar do que tinha bebido. Conclusão, teria que repetir tudo de novo. Como não me limitei a vomitar e fiz questão de sujar a roupa toda, a enfermeira mandou-me embora e pediu para voltar na segunda-feira.
Como não me dou por derrotada facilmente, às 8h da manhã de segunda-feira, lá estava eu cheia de vontade para beber tudo outra vez. Pode-se dizer que à terceira é de vez e que já me estava a habituar ao sabor. Os primeiros 20 minutos foram os piores a concentrar-me para não voltar a vomitar, mas depois só mesmo o tempo de espera incomodou. Aproveitei para dar um bom avanço no livro que andava a ler, e de hora a hora lá ia fazer mais um buraquinho no braço. Missão cumprida!!
Contrariamente ao longo tempo de espera a fazer o teste, o resultado saiu logo no dia a seguir. A assistente da minha médica fez questão de me ligar para dar a notícia: "está tudo normal, não precisa de se preocupar com a diabetes!"
Valeu a pena o esforço, não me estava a ver a fazer dieta durante três meses, só de pensar apetece-me logo comer tudo o que faz mal. Aqui que a minha médica não me ouça, mas acho que ela partiu logo do princípio que eu teria diabetes só por ter uns kilos a mais. Mas enganou-se, posso ter uns kilos a mais, mas tenho uma alimentação equilibrada, caso contrario não teria engordado só 5Kg em 6 meses.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Resultado...

...esta coisa do nome não é fácil! Estatisticamente, não temos uma amostra suficientemente grande para tirar conclusões. As sugestões dadas no blog ou ao ouvido estão muito bem distribuidas, sem que haja um nome que se destaque.
Apesar de eu gostar de qualquer um dos nomes, o pai Pê sempre se debateu com o mesmo nome. Assim, fazendo a vontade ao Pê e porque existe uma boa razão para além de gostar ou não do nome, vai-se chamar João. Só espero que ele faça jus ao nome e seja um grande homem como o avô.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

O nome...

Pois é, com a notícia de que vem aí um rapazola deparámo-nos com um pequeno problema: que nome vamos dar? Se fosse a tão esperada menina já não havia problema, seria Íris, mas para menino nem chegamos a pensar muito.

Não faltam sugestões, mas parece que não há consenso. Vou deixar aqui alguns dos nomes que têm sido sugeridos:


João ou João Rui
Henrique
Francisco
Gonçalo
Martim
Tomás

Os primeiros dois nomes estão associados a pessoas que nos dizem muito, mas não estão bem de acordo com o meu gosto pessoal. Gosto de nomes sonantes e pouco comuns. Já o pai Pê prefere a primeira opção pela mesma razão que já referi e tem tendência para os nomes pequenos e simples, como o dele. Enfim, aceitam-se sugestões, pode ser que tenhamos que recorrer a votos.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Ecografia morfológica - 21 semanas

Passados dois meses lá voltei àquele magnifico sitio onde posso ver o que se passa dentro desta barriga: mais uma ecografia.

No meio de um dia muito agitado, com mudanças de uma casa para a outra, a ecografia estava marcada para as 18h, e acabei por chegar atrasada. A ansiedade era muita, e com as coisas a correr mal comecei a ficar com um mal humor danado. Desde chegar atrasada a não ter levado o dvd para gravar a eco, tudo me chateava. E quem levou na cabeça? O Pê, claro! Mas tudo se resolveu: o atraso não era bem atraso pois ainda tive de esperar e o dvd lá se arranjou na própria clínica.

Apesar de tudo não estava tão ansiosa para esta ecografia como estava na das 12 semanas. Queria apenas que estivesse tudo bem e estava curiosa para saber se era menino ou menina. A médica que fez a eco começou por ver tudo calada: a cabeça, o coração, os rins, os membros,...até que disse: "Temos aqui um assobio". Eu e o Pê olhamos um para o outro à procura do significado daquela frase, mas a médica lá completou: "Já sabiam que era um menino?". Bem...eu não sabia o que sentir. Por um lado era indiferente que fosse menino ou menina, mas por outro já andava convencida que era uma menina. O Pê disse que a minha cara foi de desilusão, mas acho que não foi bem isso que senti. Acima de tudo esperava que a médica me confirmasse que estava tudo bem com o rebento. Mais alguns minutos e lá começou e desbobinar: "Na cara tudo bem, os olhos, o nariz, a boca... lábios bonitos"..."O coração está bem"..."A bexiga, os rins, os pulmões, tudo normal"..."As perninhas e os pés também estão bem e as mãos, são perfeitas, com 5 cinco dedos. Como deve saber, ter 5 dedos perfeitos é muito bom sinal" (devia saber??? pensei que era normal!!!)... Enfim, as frases dela deixavam sempre aquela ideia de que vinha um "mas", e tanto eu como o Pê esperávamos pelo "mas". Mas não havia mas, estava mesmo tudo bem. Temos um rapaz a crescer a bom ritmo (acima do percentil 50) e o único problema é mesmo o nome, que ainda não foi escolhido.
Da ecografia de cerca de 40 min, deixo apenas algumas imagens do nosso rapaz. (quando o Pê ripar)